Transformar o aparelho em um item inutilizável para redes móveis é uma responsabilidade civil que ajuda a combater o ciclo de furtos. Siga este passo a passo:
Selecione uma das opções abaixo:
Passo 1: Localize o número do IMEI
O IMEI é o RG do seu celular. Se você não está com o aparelho, pode encontrá-lo das seguintes formas:
- Nota Fiscal: O número geralmente está listado nos detalhes do produto.
- Caixa do Aparelho: Procure por um código de 15 dígitos perto do código de barras.
- Google/iCloud: Acesse os painéis de controle mencionados anteriormente; em “Informações do Dispositivo”, o sistema costuma exibir o IMEI vinculado.
Passo 2: Registre o Boletim de Ocorrência (BO) Online
Não pule esta etapa. O BO é o documento que prova que você não tinha mais a posse do objeto caso ele seja usado em atividades criminosas.
- Onde fazer: Pesquise por “Delegacia Eletrônica” + o nome do seu estado (ex: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais).
- Dados necessários: Informe o local, horário aproximado e descreva brevemente o ocorrido. Insira o número do IMEI no campo específico de objetos furtados.
Protocolo: Guarde o número do protocolo ou o PDF do BO aprovado; ele será exigido pela operadora e, em alguns casos, pela sua seguradora.
Passo 3: Bloqueie a Linha e o Aparelho na Operadora
Ligue para o atendimento da sua operadora (Vivo, Claro, TIM ou Oi) utilizando qualquer telefone.
- O que solicitar: Peça o “Bloqueio de Estação Móvel”. Isso interrompe o sinal do chip e insere o IMEI na lista negra nacional gerada pela Anatel.
- Documentação: A operadora solicitará seus dados de titular (CPF/RG) e, frequentemente, o número do BO registrado no passo anterior.
Selecione uma das opções abaixo:
Passo 4: Verifique o Status do Bloqueio
Após 24 horas do pedido, você pode conferir se o bloqueio foi efetivado.
- Acesse o site oficial da Anatel (Consulta Aparelho Impedido).
- Insira o IMEI e verifique se consta a mensagem “Impedimento por roubo, furto ou extravio”.
Passo 5: Entenda a “Blacklist” Mundial
- Ao bloquear o IMEI no Brasil, o código é compartilhado com uma base de dados global gerenciada pela GSMA. Isso significa que o aparelho ficará impedido de se conectar a redes de centenas de operadoras ao redor do mundo, diminuindo drasticamente o valor de revenda para exportação ilegal.
